Artigos

29 de maio de 2014

GABO – CARTAS Y RECUERDOS

Este es el sugestivo título con el cual Plinio Apuleyo Mendoza (Tunja, Colombia, 1932) ha bautizado a uno de sus últimos libros publicados por Ediciones B, en 2013, quince meses antes de que nos dejara el Gabo.

26 de maio de 2014

O Cenário da Pesquisa em Comunicação em Moçambique

Tamires Coêlho O Prof. Tomas Jane, reitor da Escola Superior de Jornalismo de Moçambique, visitou a Universidade Federal de Minas Gerais visando articulações em torno da realização de um DINTER...

24 de maio de 2014

Série “Saberes Populares”: O contato intercultural entre mestres do Amazonas e de Minas Gerais e a articulação de conhecimentos tradicionais

Tamires Coêlho Você se lembra das mestras Maria Eugênia e Margarida, do Amazonas? E do mestre quilombola Seu Badú, de Jaboticatubas-MG? Eles se encontraram lá no Quilombo Mato do Tição,...

19 de maio de 2014

Confira os registros fotográficos e audiovisuais do Seminário Internacional

Tamires Coêlho O Seminário Internacional de Pesquisa em Comunicação Midiática: “Fundamentos Teóricos e metodológicos na investigação em comunicação intercultural” reuniu apresentações de vários integrantes do GP Processocom no dia 15 de...

19 de maio de 2014

Confira o que foi debatido no 4º dia do Seminário Internacional de Pesquisa em Comunicação Midiática na UFRN

Maytê Pires e Tamires Coêlho No último dia do Seminário Internacional de Pesquisa em Comunicação Midiática: “Fundamentos Teóricos e metodológicos na investigação em comunicação intercultural”, dia 15 de maio, professores e...

19 de maio de 2014

Morda suas palavras

Certa tarde estive na rodoviária de Porto Alegre e vi uma mulher com duas crianças – um bebê de colo e um menino de uns três anos, provavelmente seus filhos.

17 de maio de 2014

Série “Saberes Populares”: Natureza,tradição e cultura imbricadas em práticas com manivas – Mestras amazonenses compartilham saberes em Minas Gerais

Tamires Coêlho As mestras Maria Eugênia Batalha e Margarida Meireles saíram da região do Médio Solimões (Amazonas) para Minas Gerais especialmente para compartilhar conhecimento conosco na Universidade Federal de Minas...

15 de maio de 2014

1 mês sem Eliseo Verón e a perenidade de seu legado

Eliseo Verón foi um dos muitos filósofos brilhantes que ajudaram o campo comunicacional a avançar. Já perdi as contas de quantos filósofos li nesses quase sete anos de dedicação ao estudo e à pesquisa da Comunicação, mas Verón tem um lugar especial na minha vida acadêmica: foi um dos primeiros que li e com quem me identifiquei quase que imediatamente durante o início de minha graduação; foi um dos autores que mais me chamaram atenção em meu primeiro curso de extensão universitária na UFPI (Universidade Federal do Piauí); foi um dos teóricos que embasaram minhas primeiras tentativas de produção de um artigo científico decente; foi um dos grandes responsáveis pelo meu interesse em Análise de Discurso; foi um dos poucos teóricos que me acompanharam desde a graduação e o TCC, passando pelo mestrado e a dissertação, até o doutorado e a tese ainda em construção.

10 de maio de 2014

História e sincretismo nos quilombos mineiros – Um encontro com Mãe Tiana de Oxossi e Seu Badú

21 de fevereiro de 2014. Os primeiros mestres convidados para o Seminário “Encontro de Saberes: Conhecimentos Tradicionais e Conhecimentos Científicos” foram Mestre Tiana e Mestre Badú, do Quilombo “Carrapatos da Tabatinga” (Bom Despacho-MG) e do Quilombo Mato do Tição (Jaboticatubas-MG), respectivamente. Embora inicialmente bastante contidos em suas falas, os mestres foram relaxando aos poucos e falando mais abertamente sobre sua cultura, sua rotina, suas dificuldades, suas peculiares comunidades quilombolas.

3 de maio de 2014

Saberes Populares em sala de aula: experiências e aprendizados que ultrapassam a universidade

O que poderia ser apenas mais uma disciplina de pós-graduação tornou-se um ideal inovador em nosso ambiente acadêmico. Uma carga de 15 horas que não traz teorias nem autores consagrados, mas apresenta diferentes modos de vida e de lógicas, instiga e causa inquietação. Uma sala de aula em que professores doutores e pesquisadores são espectadores / alunos / aprendizes de personagens pouco reconhecidos na sociedade brasileira contemporânea.

1 de maio de 2014

Gabo, en mi recuerdo

“La vida no es lo que uno vivió, sino lo que uno recuerda y cómo la recuerda para contarla”, es la brújula que orienta el testimonio autobiográfico de Gabriel García Márquez (GGM) en “Vivir para contarla”.

Corrían los primeros años de los setenta del siglo pasado – época de dictaduras –, cuando por primera vez me atrapaba una obra de GGM, “Cien años de soledad”. Una edición mal compaginada tenía que causar sorpresa y confusión en el imberbe estudiante que era, después de la emoción que las primeras páginas habían producido, y cuyos episodios íbamos comentando con los compañeros de grupo que, por ese entonces, habíamos formado para aprovechar el tiempo, mientras la Universidad Central había sido clausurada por la dictadura de turno. Así se inauguraba para mí una larga y apasionante relación con este gran maestro de un nuevo lenguaje literario, y con un hombre comprometido con su tiempo, su continente y la humanidad.

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