Quando o mercado e a academia se encontram

7 de abril de 2011 Processocom

“Mesmo sabendo que antes de sair da faculdade com o diploma na mão dificilmente vai conseguir escapar de uma monografia, a maioria dos calouros não planeja a carreira acadêmica. O que pesa na hora de escolher o curso para o qual vai prestar vestibular é o gosto pelo trabalho em si, seja de médico, advogado ou engenheiro”.

Quando escrevi o lide da matéria publicada no caderno Vestibular do jornal Zero Hora, em 23 de março de 2011, eu escrevia em primeira pessoa.

Eu, como a maioria dos calouros, não fazia idéia de que havia pesquisa em comunicação quando entrei na faculdade de Jornalismo. Está no imaginário: falou em pesquisa, tubos de ensaio e microscópios vêm logo à mente. Mas depois que descobri que nem só de jalecos brancos vive a ciência, até passei a questionar a carreira que tinha escolhido simplesmente porque gostava de escrever.

Dia desses, entre uma cuia e outra de chimarrão, colocando a pauta em dia, meu editor perguntou a quantas andava meu TCC. Sabendo que eu cumpria jornada dupla: de manhã, na Redação; à tarde, no PPG de Comunicação da Unisinos, ele concluiu que a experiência na pesquisa me ajudaria a monografar. E dali a conversa seguiu por rumos diversos até virar pauta para o jornal.

Nesta matéria, consegui fazer minha experiência na vida acadêmica se encontrar com minha atividade profissional, e vice-versa. Foi muito prazeroso promover esse encontro. O resultado está aí.

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