PAC da Ciência trará novo fôlego para pesquisa

7 de dezembro de 2007 Processocom

Imagem: Divulgação

CAPES

“Em 1981, o Brasil representava apenas 0,4% da produção científica mundial. Em 2006, o índice chegou a quase 2%”, afirma Arquimedes Diógenes Ciloni, presidente da Andifes

 

Nos últimos anos, a Ciência do Brasil conquistou resultados extremamente importantes para o desenvolvimento do País. Em 2006, chegou à 15ª colocação no ranking internacional de publicações científicas (Capes/ Thomson NSI 2006). Além disso, atingiu a marca de 2% da produção mundial, índice que permanecera na escala inferior a 1% por, pelos menos, 20 anos. Ainda que, em números, estejamos atrás de países com tecnologia de ponta como Estados Unidos e Alemanha, entre outras potências, o crescimento da Ciência no Brasil tem sido até seis vezes maior do que a média mundial. A conquista destes resultados serviu de catalisador para que o governo criasse o chamado “PAC” da Ciência, plano de aceleração do crescimento, que prevê mais investimentos para pesquisas científicas no País.

O decreto assinado pelo Ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, destinará R$ 41 bilhões de investimentos no setor até 2010. Os recursos servirão para “simplificar” o processo de importação de insumos para pesquisa, além de ampliar o número e o valor das bolsas de mestrado e doutorado concedidas pelos órgãos de fomento do governo. As bolsas da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) terão reajuste de 20% em 2008 e subirão de 95 mil para 155 mil em três anos. No discurso de lançamento do programa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o governo está fazendo uma “reparação” pelo que não foi feito nos últimos anos.

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